1984/1985

O galês John Toshack desembarca em Lisboa no meio de mais uma guerra com o FC Porto. Sousa e Jaime Pacheco chegam a Alvalade, Paulo Futre parte para as Antas, mas logo se fabricam novos prodígios nas escolas leoninas. Litos é o senhor que se segue, e o buliçoso lateral esquerdo Fernando Mendes, estreia-se na última jornada do campeonato. É também a altura do regresso de Vítor Damas.

É a partir desta época, em 1984/85, que a Le Coq Sportif desenvolveu todo o seu potencial, e fez os equipamentos do Sporting mais bonitos que há memória desde que é uma marca internacional a tratar desse departamento. Ainda hoje muitos sportinguistas consideram que nunca mais houve camisolas do Sporting tão bem conseguidas. Os equipamentos listados são um clássico absoluto, com uma gola perfeita, cor perfeita, riscas perfeitas.

Equipamento usado no jogo contra o Cosmos de 9 de junho de 1985. O Sporting perdeu 2-0. O Sporting recebeu um cachet de 13.500 contos pela presença neste jogo, que sofreu um atraso de mais de meia hora enquanto o Cosmos tentava angariar mais audiência. Ainda assim, apenas 15.000 espetadores assistiram ao encontro num estádio com capacidade para mais de 90.000.

Equipamento alternativo, com os símbolos no sítio correto. A marca Le Coq Sportif está a branco e não a preto.

A identificação destes equipamentos poderia ser problemática. Eles são praticamente iguais aos das épocas seguintes, exceto que tem o leão à direita. Isso vai contra a tradição que manda que o leão do Sporting fique do lado esquerdo, por cima do coração.

Equipamento alternativo, igual ao verdes e brancos, mas em cores brancas.

Considerado o equipamento Stromp mais bonito de sempre. Está tudo certo, desde a gola e os remates das mangas a negro, as listas verticais que não o são, é apenas o brilho do tecido disposto de forma alternada, o emblema clássico. 

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